1. Quem trata seus dados
O serviço PertoRH é operado por Kalleu Higor de Oliveira. Para dúvidas sobre esta política ou para exercer qualquer direito, escreva para [email protected].
2. Dois papéis diferentes, e por que isso importa
Quando a sua empresa cadastra funcionários e emite documentos, é ela quem decide por que aqueles dados existem e o que fazer com eles. Na linguagem da LGPD, ela é a controladora e nós somos operadores: tratamos os dados seguindo as instruções dela, e não usamos aquilo para finalidade própria.
Já sobre os dados de quem usa a plataforma — nome, e-mail, senha, registros de acesso — nós somos controladores, porque é uma decisão nossa quais são necessários para o serviço funcionar com segurança.
3. Que dados tratamos
De quem usa a plataforma: nome, e-mail, senha (guardada apenas como resumo criptográfico, nunca em texto), identificador da conta de mensageria usada para conversar com o assistente, e registros de acesso — data, endereço de origem e ação realizada.
De funcionários das empresas clientes: nome, cargo, empresa e estabelecimento de vínculo, e os documentos emitidos a respeito deles, com data e conteúdo.
Das conversas: as mensagens trocadas com o assistente, a intenção identificada em cada uma e as perguntas encaminhadas ao escritório quando o assistente não sabe responder.
Não pedimos e não usamos dado sensível — origem racial, religião, opinião política, saúde, biometria. Se algo assim for escrito espontaneamente numa conversa, ele fica sujeito a esta mesma política, mas nada no produto pede ou processa esse tipo de informação.
4. Para que usamos
Para operar o que você contratou: emitir documentos a partir dos modelos aprovados pelo escritório, responder dúvidas com o material que ele aprovou, encaminhar a ele o que exige análise, manter histórico e trilha de auditoria, e proteger o serviço contra acesso indevido e abuso.
A base legal é a execução do contrato para o que o serviço faz, o cumprimento de obrigação legal para o que precisa ser guardado por exigência trabalhista, e o legítimo interesse para os registros de segurança — sem eles não há como investigar um acesso indevido.
Não vendemos dado a ninguém, não fazemos publicidade com base neles e não os usamos para traçar perfil de comportamento.
5. Inteligência artificial: o que sai daqui
O assistente usa um modelo de linguagem de terceiro para entender o que você escreveu e escolher o que fazer. O que enviamos ao modelo é deliberadamente reduzido: funcionários aparecem por apelido — "F1", "F2" — e não por nome, com o cargo ao lado, porque isso basta para o modelo entender "o da cozinha" sem receber a identificação de ninguém. A tabela que liga apelido a pessoa fica no nosso servidor.
A sua mensagem vai como está, porque é o que precisa ser compreendido. Documentos emitidos, histórico completo e base de dados não são enviados ao modelo.
Seus dados não treinam modelo nenhum. Usamos os provedores em modo de inferência, sem retenção para treinamento.
6. Com quem compartilhamos
Só com quem é necessário para o serviço existir, e cada um trata os dados sob contrato, seguindo nossas instruções:
- Railway — hospedagem da aplicação e do banco de dados (Estados Unidos);
- Cloudflare — entrega do site, proteção contra abuso e armazenamento dos documentos emitidos;
- Google Cloud (Vertex AI) — o modelo de linguagem que interpreta as mensagens, com o alcance descrito no item 5;
- Telegram e WhatsApp (Meta) — o canal por onde a conversa acontece, sujeito às políticas de privacidade deles;
- o escritório parceiro que atende a sua empresa, quando uma dúvida é encaminhada a ele.
Parte desses serviços fica fora do Brasil. A transferência internacional acontece porque é necessária para executar o contrato, e escolhemos fornecedores com compromissos contratuais de proteção equivalentes.
7. Por quanto tempo guardamos
Enquanto a empresa for cliente, os dados são mantidos para o serviço funcionar — histórico de documento existe justamente para ser consultado depois. Documentos trabalhistas seguem os prazos de guarda exigidos pela legislação, que podem passar do fim do contrato.
Sendo direto sobre o estado atual: ainda não existe expurgo automático por prazo. Exclusão e exportação são feitas por solicitação, por pessoas, dentro do prazo legal. Automatizar isso está no nosso plano, e esta política será atualizada quando estiver pronto — preferimos descrever o que existe a prometer o que não existe.
8. Seus direitos
A LGPD garante a você confirmar se tratamos seus dados, acessá-los, corrigir o que estiver errado, pedir anonimização ou exclusão do que for desnecessário, saber com quem compartilhamos, e revogar consentimento quando ele for a base do tratamento.
Escreva para [email protected] e respondemos dentro do prazo legal. Se você é funcionário de uma empresa cliente, o pedido costuma passar por ela, que é a controladora daqueles dados — nesse caso encaminhamos e avisamos você.
9. Como protegemos
Cada organização enxerga apenas os próprios dados, e essa separação é verificada no servidor a cada consulta — não depende do que a tela pede. Senhas são guardadas como resumo criptográfico. A sessão do painel usa cookie inacessível a scripts, com revogação. Toda emissão e todo acesso a documento deixam trilha de auditoria. Os registros de operação usam identificador embaralhado da organização, em vez do identificador real.
Nenhuma medida elimina risco. Se acontecer um incidente que possa causar risco relevante, comunicamos os afetados e a ANPD, como a lei exige.
10. Cookies e medição
O site público não usa cookie de publicidade nem de rastreamento entre sites, e por isso não exibe banner de consentimento. Medimos visitas de forma agregada e anônima, sem cookie e sem identificar pessoas, apenas para saber quais páginas são úteis.
Dentro do painel existe um único cookie, o de sessão — é ele que mantém você conectado, e sem ele o login não funciona.
11. Mudanças nesta política
Quando algo mudar, atualizamos a data no topo. Mudança que altere de forma relevante como tratamos dados é avisada pelos canais do serviço antes de valer.